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Na Assembléia Legislativa (1995 a 2006)
Três mandatos consecutivos

Na Assembléia Legislativa, o deputado Duarte Nogueira teve participação marcante nos três mandatos. Apresentou projetos voltados à melhoria da qualidade de vida, ao estímulo às atividades produtivas e também ao fortalecimento da cidadania.

Integrou comissões técnicas, como a de Constituição e Justiça, Agricultura e Pecuária, Finanças e Orçamento, de Defesa do Meio Ambiente, de Defesa dos Direitos do Consumidor, de Administração Pública. Foi o coordenador do Grupo de Agricultura e Agronegócios do Fórum Parlamentar de Assuntos Latino-Americanos, entre 99 e 2000, e também fez parte das CPIs do 0900, da Febem e do Crime Organizado.

Entre 2000 e 2001 foi designado vice-líder do governo Mário Covas e líder do governo, entre 2001 e 2003, a convite do então governador Geraldo Alckmin. Conheça os projetos mais importantes do deputado e que foram transformados em lei.


Lei 12.226, de 11/01/2006 – que institui a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo contemplou a propositura do deputado Duarte Nogueira que prevê a inclusão do estudo do cooperativismo nas escolas. O objetivo é estimular a formação do jovem com ênfase na ética e na colaboração com o desenvolvimento sustentável da comunidade, bases do conteúdo cooperativo. A educação cooperativista já está inclusa no currículo de escolas de vários Estados da União e faz parte do Programa Nacional de Educação Cooperativista.

Lei Complementar 939, de 03/04/2003 – que institui o Código de Direitos, Garantias e Obrigações do Contribuinte no Estado de São Paulo. O código tem por base substitutivo apresentado pelo deputado Duarte Nogueira ao projeto original de autoria do deputado Rodrigo Garcia, que se referia ao Código de Defesa do Contribuinte.
O código prevê medidas para promover o bom relacionamento entre o fisco e o contribuinte, protegendo aquele a quem a lei determine o cumprimento de obrigação tributária contra o exercício abusivo do poder de fiscalizar e também visando a fornecer ao Estado os recursos necessários para o exercício de suas atribuições.
A lei prevê ainda a realização de campanhas educativas por parte do governo do Estado com o objetivo de orientar o contribuinte sobre seus direitos e deveres e realizar um programa permanente de treinamento para os servidores nas áreas de arrecadação e fiscalização. Para atuar na defesa dos interesses dos contribuintes, fica instituído o Codecon (Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte), integrado por representantes dos poderes públicos e de entidades empresariais e de classe. Constatada a infração ao código, o contribuinte poderá apresentar reclamação ao conselho, fundamentada e instruída. Julgada precedente a reclamação, o Codecon representará contra o servidor responsável ao órgão competente e deverá ser aberta sindicância com direito ao acusado de ampla defesa.

Lei 11.241/02 de 19/09/2002 – Dispõe sobre a eliminação gradativa da queima da palha da cana-de-açúcar. Substitutivo que deu origem à lei assinada pelo governador Geraldo Alckmin teve como relator especial da Comissão de Meio Ambiente o deputado Duarte Nogueira. A lei, a primeira dessa natureza em todo o Brasil, estabeleceu um cronograma para a eliminação das queimadas em áreas mecanizáveis e não-mecanizáveis. A lei foi alterada pelo Protocolo Agroambiental, assinado em junho de 2007, pelas usinas e pelo governo de São Paulo, e em março de 2008, pelos fornecedores independentes de cana. O protocolo antecipou os prazos para o fim da queima: 2014, para as áreas não mecanizáveis e 2017 para as áreas não-mecanizáveis.

Lei 10.949 de 05/11/2001 – Dispõe sobre a instituição do selo “Empresa Jovem Cidadão” destinado às pessoas jurídicas que participarem do Programa “Jovem Cidadão: Meu Primeiro Trabalho”. O projeto, que deu origem à lei, foi apresentado pelos deputados Duarte Nogueira e Alberto Hiar. O “Jovem Cidadão – Meu Primeiro Trabalho” oferece estágio remunerado para estudantes regularmente matriculados no Ensino Médio da Região Metropolitana de São Paulo que tenham entre 16 e 21 anos.

Lei 10.888 de 20/09/2001 – Dispõe sobre o descarte final de produtos potencialmente perigosos e resíduos urbanos que contenham metais pesados. A lei determina que empresas que comercializam materiais perigosos como pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e frascos de aerosol ficam obrigadas a adotar sistema de coleta em recipientes próprios, que acondicionam este tipo de lixo. Os recipientes de coleta serão instalados em locais visíveis, de modo explícito, e conter dizeres que venham alertar e despertar a conscientização do usuário sobre a importância e necessidade do correto fim desses produtos e os riscos que eles representam à saúde e ao meio ambiente. Os fabricantes, distribuidores, importadores, comerciantes ou revendedores de produtos potencialmente perigosos do resíduo urbano serão responsáveis pelo recolhimento, pela descontaminação e pela destinação final destes resíduos, o que deverá ser feito de forma a não violar o meio ambiente.

Lei 10.770 de 21/02/2001 – Autoriza o Poder Executivo a implantar campanhas de prevenção a acidentes que comprometem a coluna cervical provocados por mergulhos em águas rasas. O projeto foi elaborado em conjunto com pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, que possui um Grupo de Coluna destinado ao atendimento a pacientes com lesões raquimedular.
Levantamento feito pelos pesquisadores demonstrou alto índice de acidentes provocados por mergulho em lagos e rios rasos na região de Ribeirão Preto, envolvendo principalmente jovens entre 20 e 30 anos. O choque com pedras, solo ou entulhos levados pela água das chuvas pode ocasionar lesões na coluna cervical e levar à tetraplegia (imobilidade de braços, tronco e pernas) irreversível.

Lei 10.728 de 08/01/2001 – Instituto o Dia do Terceiro Setor, a ser comemorado, anualmente, no dia 23 de março. É que no 23 de março de 99 foi aprovada a lei federal que definiu a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações de Sociedade Civil de Interesse Público e estabeleceu requisitos para que as instituições ligadas ao Terceiro Setor pudessem receber essa qualificação e possam ser fiscalizadas no Ministério da Justiça. O terceiro setor é um dos setores que mais cresce por conta do aumento no número de pessoas engajadas em atividades de interesse coletivo.



 

Na Assembléia, foi líder do governo Geraldo Alckmin.




Em audiência pública, discutindo o agronegócio.



 
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