Perfil breve
Duarte Nogueira é engenheiro agrônomo. Está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados. Foi líder do PSDB em 2011. Ao longo de sua trajetória política, iniciada em 1994, foi deputado estadual por três mandatos consecutivos, secretário de Habitação do Estado de São Paulo entre os anos de 1995 e 1996, no governo Mário Covas, e secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, entre 2003 e março de 2006, na gestão de Geraldo Alckmin.
Perfil completo
Duarte Nogueira está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados, onde é líder do PSDB. Paulista de Ribeirão Preto, é engenheiro agrônomo e tem 47 anos.
Sua primeira eleição foi em 1994, como deputado estadual. Sua liderança despertou a atenção do governador Mário Covas, que o convidou para ser o primeiro secretário de Habitação de seu governo, cargo que ocupou de 1995 a 1996. São dele iniciativas que inovaram o programa habitacional paulista: a distribuição das casas por meio de sorteio público, a assinatura dos contratos preferencialmente em nome da mulher e a reserva de 5% das casas para famílias com portadores de necessidades especiais.
Foi reeleito deputado estadual em 1998. Conciliador e articulado, foi nomeado vice-líder do governo Covas na Assembleia Legislativa, em fevereiro de 2000, para depois responder pela liderança do governo Geraldo Alckmin entre 2001 e 2002. Em 2002, foi eleito para o seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa e no ano seguinte assumiu a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do governo Geraldo Alckmin.
Na Agricultura, recebeu o reconhecimento do setor produtivo pelas ações e programas que implantou e intensificou na secretaria. Sua destacada atuação fez com que fosse eleito presidente do Fórum Nacional dos Secretários de Agricultura, de 2005 a 2006.
Foi eleito deputado federal em 2006. Em seu primeiro mandato, Duarte Nogueira teve intensa atuação parlamentar e a partir de 2008 figurou entre os vice-líderes do partido. Em 2009, respondeu pela primeira vice-liderança da bancada. Atuou em comissões de destaque como a de Agricultura, Orçamento e de Fiscalização Financeira e Controle, na qual fiscalizou, como relator da Subcomissão de Acompanhamento das Obras do PAC, empreendimentos com problemas e indícios de irregularidades em vários Estados brasileiros.
Como deputado de oposição, destacou-se na defesa dos interesses da sociedade e do setor produtivo - como, por exemplo, quando fez campanha pelo fim da CPMF e a favor do Ficha Limpa - e na crítica contundente aos gastos públicos desenfreados, falta de planejamento para o país e ao adiamento das reformas estruturantes política, tributária, trabalhista e previdenciária.
Foi reeleito em outubro de 2010 e assumiu a liderança da bancada em fevereiro de 2011. Pela atuação que teve ao longo do ano, figura na lista dos dez parlamentares mais influentes entre os 513 deputados federais e 81 senadores. O levantamento foi feito pelo Diap, entidade que elabora o ranking dos parlamentares mais influentes do Congresso anualmente.
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